onde tu estiveste era tudo sempre em floresta estrelada pintura naif de alguem que viu o pano de fundo sempre arredondado acolhendo em ventres nossas vontades de nos espreguiçar celebrando nos músculos a diferença entre o céu e a terra neste azul profundo que só nós podemos ver celebra o ser humano em uma cantiga [...]
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para Celeste
Publicado em cartas em agosto 4, 2010 | Deixar um comentário »
de barça
Publicado em cartas em março 12, 2008 | Deixar um comentário »
Dalilita, Os dias correm entre a euforia do café, a luz calma dos chás e a angústia dessa competiçao entre as batidas do coraçao e as do relógio. E será que eu descobri a espessura do tempo? O aroma da vida? O berço da palavra?—————– Poderia dizer que a vida está bela, mas eu nao [...]
carta fatal beco
Publicado em cartas em março 12, 2008 | Deixar um comentário »
Antonia e Vicente, Há quanto tempo não lhes escrevo uma carta? Estranha amizade que se faz de palavras cochichadas. Segredos desencontrados que eu forçosamente transformo em frases. Estou desde às cinco da tarde dentro desse apartamento. As paredes me comprimem. É fatal olhar para o corredor. Há vento. As extremidades do corpo estão geladas. Sinto [...]
Publicado em cartas em março 12, 2008 | Deixar um comentário »
Dalilita, Estou eu aqui na Cásper depois da consulta na nefrologista. Tenho que fazer alguns exames, o que me enche de preguiça. Esses dias em Aldeia foram mornos e garoados!! Minha mãe biruta me deu um livro sobre o feminino reprimido. Achei o presente excessivamente contraditório, pois quem não quer me ver como mulher é [...]