tenho afeto por elas quero demorar-me namorar as fotos estão velhas brilhosas límpidas em contemplação àquela poeira que caindo gasta reflete para todos os lados seu vôo lento tempo vertical do conta- gotas os lugares curvam à sua queda esférica
Arquivo da categoria ‘costureira’
fotos
Publicado em costureira, escrever, raízes em março 28, 2011 | Deixar um comentário »
carretéis cromáticos
Publicado em costureira, raízes em fevereiro 13, 2010 | Deixar um comentário »
cada cor um componente de luz branca resposta dos olhos ao mundo para fazê-lo distinto múltiplo cheio de entres e meio- tons linha forma palavra filiações prendo meus conjuntos com fios coloridos linha branca linha azul linha verde linha lilás linha amarela primeiro vieram as coisas, os acontecimentos depois a humanidade e a poesia a [...]
cetim verde
Publicado em costureira, raízes, Uncategorized em fevereiro 13, 2010 | Deixar um comentário »
nesta sala tudo é coisa cetins enrolados em seixos carretéis soltam linhas de algodão equilibro a precariedade com pregos arbitrários os novos recipientes de beleza distraio-me nos reflexos do vidro puxo linhas rendas prendo aprendo a habitar os traços no espaço evidenciar minhas redes entre o banal e o misterioso objetos
linha azul
Publicado em costureira, raízes em fevereiro 13, 2010 | 1 Comentário »
falo, crio liberto a linguagem no meu corpo que cava suas profundezas nos músculos sentidos e sentimentos quebrados, confusos meus do outro os nós que queremos dar e aqueles que nos enrolam para que a vida tenha enfim enredo enrolo-me nos outros que cores? em mim águas em ti ar esta é a categoria do [...]
energia eólica
Publicado em costureira, raízes em fevereiro 13, 2010 | Deixar um comentário »
sopro dentro de garrafas habitar com vento lugares de expressão iniciar com o verbo o cerzir de um curativo tecido
costureira- dia 2
Publicado em costureira, diário, raízes em janeiro 11, 2010 | Deixar um comentário »
imaginei que a chuva pararia quando fechasse o semáforo. eu caminhava com um objetivo vago e inadiável. tudo o que viesse a acontecer comporia o ritual de quem não sabe o caminho, mas sempre chega. olhava os pingos acumularem-se nas folhas da jibóia na garrafa.