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Archive for the ‘nó’ Category

O quê se escreve aqui é também o resto palavreável de invenções em planos embaralhados. Invenção-nó, em que a questão não é desatá-lo, mas experimentá-lo como tal. No meio do que se compõe, um pensamento quer acostumar-se, pede descanso e forma estável. Mas embaixo dele ou nele mesmo outra força empurra, obriga a escrita a alargar-se, traça círculos lúdicos e assimétricos, tropeça, delimita algum lugar e, logo, nenhum lugar, empurra onde antes não havia, vai de jeitos e sentidos variados, apaga, pisca, é.

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A origem dos nós

cortinas

alguns nós começam

o emaranhamento

no descuido de

guardar alguns objetos

riscados

em linhas de pequenas histórias

que poderiam levar horas

em capítulos específicos

mas aceleram-se

sem guardar o acontecimento

que

indiferente

garante a marginalidade

do passado

em rendas

tricôs

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encontrar

ontem foi só linha

ser linha já era o bastante.


Livre do compromisso de ser alguma coisa,

a linha resolveu dar nó

 

 


 



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